A relevância da arquitetura inclusiva tem aumentado significativamente. No entanto, a questão de como alcançar espaços verdadeiramente inclusivos permanece. Descubra, neste artigo, quais os princípios da arquitetura inclusiva.

Arquitetura Inclusiva: por que razão é tão importante?

Mais do que nunca, a arquitetura inclusiva é indispensável. Ao contrário do que se possa pensar, a arquitetura inclusiva não gira apenas ao redor de pessoas com mobilidade reduzida, mas também considera as crianças, os idosos ou as grávidas. Tornar um ambiente acessível significa torná-lo mais seguro, mais confortável e qualitativamente superior aos demais, para que todas as pessoas (incluindo aquelas com capacidades sensoriais ou psico-cognitivas reduzidas) possam movimentar-se de forma autónoma e determinada. Desta forma, quando se fala de arquitetura inclusiva e acessibilidade, fala-se da capacidade de assegurar a integridade física dos ocupantes, através de conceções que lhes permitem desfrutar do espaço sem quaisquer limitações.

Quais os princípios do design e da arquitetura inclusiva?

Tanto a arquitetura inclusiva como o design visam criar ambientes, espaços e objetos que possam ser utilizados ou usufruídos por um número considerável de pessoas, independentemente da sua idade, condição motora ou psicológica. A lógica desta conceção baseia-se em certos princípios, entre eles:

Igualdade de utilização

Com vista ao pleno desenvolvimento das capacidades de cada um e para a garantia da igualdade de oportunidades, o design e a arquitetura inclusiva procuram responder a características e necessidades divergentes, reduzindo e eliminando barreiras arquitetónicas. Estas barreiras são definidas como obstáculos físicos que dificultam a mobilidade das pessoas, como a ausência de rampas ou de sinalética para surdos. Desta forma, em ambientes inclusivos as barreiras físicas devem ser praticamente inexistentes.

Maior acessibilidade

A arquitetura inclusiva centra-se na conceção de espaços acessíveis, focados no bem-estar dos seus ocupantes. Com base em soluções universais que quebram barreiras e se adaptam às necessidades de todos, a arquitetura inclusiva pensa os espaços em resposta ao desenvolvimento do individuo durante a vida, considerando as respetivas mudanças. Assim, um ambiente inclusivo tem de reconhecer e acomodar as diferenças. Ou seja, ele deve privilegiar uma utilização simples e intuitiva do espaço, sem discriminar ou isolar quem deve usufruí. O que significa que, desde a infância até à velhice, os ocupantes deverão conseguir fazer uso do espaço, independentemente da sua origem, género, orientação sexual ou cultura. O objetivo é criar edifícios, peças de mobiliário, lugares e espaços que podem ser facilmente utilizados, com todos os requisitos de segurança.

Mais autonomia e independência

Com soluções inteligentes, todos os ocupantes de um espaço inclusivo devem conseguir mover-se de forma independente e segura. Seja pavimentação suave, sons que ajudam os deficientes visuais, rampas ou dimensões apropriadas para a manobrabilidade de cadeiras de rodas, a arquitetura inclusiva tem necessariamente de assegurar a autonomia e a segurança dos ocupantes do espaço.

Atenção à percetividade da informação

Toda a informação necessária ao utilizador, independentemente do ambiente ou das capacidades sensoriais do mesmo, deve ser comunicada de forma clara e percetível, seja através de sinalética braille ou avisos sonoros. O objetivo é evitar acidentes ou ações não intencionais, oferecendo ao ocupante do espaço todos os meios para fazer o melhor uso do mesmo.

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