O objetivo é só um: responder aos desafios da próxima geração!
Na MEDD, enquanto designers, arquitetos e engenheiros, continuamos a colocar as necessidades dos nossos clientes em primeiro lugar. No entanto, ao refletir nas implicações de um mundo pós-COVID-19, tivemos que repensar a nossa relação com os espaços.
Vimo-nos obrigados a reavaliar as ferramentas que temos à nossa disposição para criar espaços ainda mais eficientes. Desenvolvemos uma visão clara e uma filosofia de design especializada, capaz de incorporar novas práticas de higiene (como a utilização de materiais antimicrobianos ou uma melhor ventilação do ar) no desenvolvimento de novos projetos.
Descubra, neste artigo, como vemos a arquitetura e ao design de interiores, no mundo pós-COVID-19!
Novas formas de abordar o espaço construído
A resiliência espacial é, antes de mais, uma característica que não poderá ficar esquecida num mundo pós-COVID-19. Mais do que nunca, acreditamos ser absolutamente crucial a criação de espaços que permitam fluidez e flexibilidade. Espaços interiores concebidos para prevalecer: adaptáveis e funcionais.
Num mundo pós-COVID-19 “haverá uma incrível necessidade de reinterpretação do espaço construído”, sendo, portanto, necessário projetar em resposta às necessidades prementes da sociedade, mas não só!
Acreditamos ser fundamental a aplicação de práticas mais conscientes do ponto de vista financeiro. A arquitetura e o design de interiores têm de estar preparados para uma inevitável mudança cultural. Situação que implica – invariavelmente – o abraçar de diferentes formas de experimentar o ambiente construído.
A psicologia das cores
A seleção das cores sofrerá, naturalmente, mudanças. Tendo em conta a sensação de ansiedade que a pandemia deixou, é importante criar espaços onde a palete de cores é uma verdadeira fonte de tranquilidade e conforto. Mesmo em espaços comerciais. Hoje, o consumidor deseja sentir-se seguro. Imergir num santuário e encontrar um refúgio. Neste sentido, o design biofílico, sendo uma gravitação de tons naturais, poderá vir a transformar-se numa verdadeira tendência.

A definição de espaços comuns
No mundo pós-COVID-19, sentimos necessidades de contemplar interiores flexíveis, capazes de servir de incentivo para uma vida mais caseira. Assim, ao projetar espaços comuns, os arquitetos e designers da MEDD priorizam a higienização. Neste sentido, espaços como varandas, alpendres, estaleiros ou terraços serão mais importantes do que nunca.
A par disto, no futuro, podemos esperar que as áreas comuns sejam interligadas e espaçosas. Simultaneamente, os espaços destinados a tratamentos especializados ou consultas, deverão transmitir uma sensação de “isolamento”, contribuindo ativamente para o conforto e segurança dos utentes.
O redesenhar de espaços comerciais
Em espaços comerciais, a arquitetura e o design de interiores deve procurar incorporar desinfetantes manuais em todos os pontos de entrada destes estabelecimentos. Tecnologias “hands-free” e sensores serão indispensáveis.
No mundo pós-COVID-19, nada será mais importante que oferecer uma sensação de segurança aos clientes e utentes dos espaços abertos ao público.
Espaços estes que terão – provavelmente – que usufruir de um espaço considerável destinado ao armazenamento, tendo em conta a forma exponencial como o comércio online tem vindo a crescer.
Terminal de controlo sanitário com tecnologia “hands-free”. Saiba mais sobre o ControlStation.
MEDD: projetos com futuro
Invariavelmente, os efeitos da pandemia, num mundo pós-COVID-19, terão de provocar alterações consideráveis à nossa consciência arquitetónica, não fossem a arquitetura e o design de interiores respostas concretas às novas necessidades mais prementes da sociedade.
Como tal, na MEDD, estamos preparados para satisfazer todas as necessidades e desejos dos nossos clientes. Adaptamo-nos aos novos tempos e desenvolvemos projetos de espaços seguros e eficientes que prometem estar preparados para responder aos desafios impostos por um mundo pós-COVID-19.
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