Com o surto global de coronavírus e depois de decretado o confinamento obrigatório, cada vez mais pessoas encontraram no design e na decoração um escape ao stress e à ansiedade. Ambientes interiores passaram a ser o refúgio ideal para desfrutar dos pequenos detalhes da vida, longe do ritmo frenético do dia a dia. Descubra, neste artigo, o que é o Slow Deco e como aplicá-lo!

Slow Deco: do que se trata?

Não é segredo que no design de interiores, novas fórmulas são constantemente criadas e antigas tendências continuamente reanimadas. No entanto, de tempos a tempos, o design de interiores liga-se a certos estilos de vida. Quando se fala em Slow Deco, fala-se numa resposta ao ritmo de vida frenético e stressante, tão característico das grandes cidades. Numa tentativa de preservar a beleza natural do mobiliário e a riqueza dos pequenos detalhes, o Slow Deco caracteriza-se por ambientes interiores que permitem estabelecer uma ligação entre a pessoa e o espaço, priorizando um estilo de vida mais autêntico e calmo.

Ora, dado os complexos desafios enfrentados pelas organizações de saúde atuais, a melhoria do serviço prestado é um objetivo comum, no sentido de obter vantagens competitivas. Os processos, as estruturas, os espaços e os resultados são fatores inter-relacionados que dão origem a conceitos voltados para o utente. Desta forma, cenários mais envolventes, como aqueles inspirados no Slow Deco, tornam-se – cada vez mais – a predileção dos profissionais especializados no desenvolvimento de projetos de construção ou remodelação para espaços e estabelecimentos de saúde, como farmácias ou clínicas.

Slow Deco: como aplicar?

Escusado será dizer que o conforto é a chave quando se trata de Slow Deco ou qualquer tipo de design de interiores centrado no bem-estar. Assim, espaços mais abertos e meticulosamente organizados são um verdadeiro must-have do Slow Deco, mas há outros aspetos por desvendar. Descubra algumas das características mais proeminentes desde estilo de design ou decoração:

1.    Elementos Naturais e Ergonomia

Quem se deixa guiar pelas linhas do Slow Deco, deixa-se inspirar por estilos como o minimalismo, o design Biofílico ou o design Escandinavo. Uma miscelânea de influências que estão na base de um estilo de design focado no bem-estar e na saúde mental do utilizador. Por este motivo, materiais que ligam o espaço ao exterior, como a madeira, a pedra, o sisal, o cobre ou a cerâmica, são frequentemente utilizados na decoração e no design de ambientes interiores. Da mesma forma, é comum encontrar plantas ou referências naturais em espaços inspirados no Slow Deco.  Por outro lado, o conforto do espaço é um aspeto igualmente importante, quando se fala em Slow Deco. Aqui, o design de interiores deve ser “ergonómico” para que o utilizador se sinta bem em termos de psicologia, fisiologia e anatomia. Basicamente, trata-se de conjugar a funcionalidade do mobiliário com a sua qualidade estética.

Pharmacie du Pole Sante | Projeto de Remodelação MEDD Health Design |

2.    Tons Neutros e Acessórios Simples

Se uma imagem vale mais que mil palavras, uma cor vale mais que duas mil. No Slow Deco, tons neutros e naturais, como o laranja, o amarelo, o verde ou o castanho são perfeitos para obter um ambiente calmo e relaxante. Assim, a escolha das cores, oferece ao ambiente interior e ao seu ocupante uma sensação de harmonia. Da mesma forma, a escolha dos acessórios de decoração pode fazer toda a diferença. Ao optar por um look mais clean, vasos com plantas, almofadas ou tecidos naturais são elementos frequentemente utilizados.

Clínica Equilíbrio – Vila Nova de Gaia | Projeto MEDD Health Design |

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